Endrick em treino da seleção brasileiraRafael Ribeiro / CBF

Conhecido por ter um perfil diferente no futebol, o atacante Endrick, de 20 anos, abordou um assunto comum no meio esportivo: a pressão. Apesar de admitir que atletas recebem por parte da sociedade um tratamento diferente em relação à expectativa, o jogador do Real Madrid afirmou que há profissões mais complicadas.
"Não é difícil ser jogador. Sim, algumas coisas que acontecem são difíceis, mas a gente não pode falar que é difícil ser jogador. Difícil é ser uma pessoa que acorda 5h da manhã para ir trabalhar, trabalhando de segunda a domingo", disse em entrevista à TV Globo.
Endrick não negou que os jogadores de futebol precisam lidar com pressão, porém, quando atuam em alto nível são extremamente bem remunerados. 
"A gente [jogadores de futebol] tem uma pressão enorme, mas tem que ser agradecido pelo que o futebol proporciona. Claro que tem momentos de pressão, mas o futebol proporciona coisas maravilhosas para a gente, que podem mudar a vida das nossas famílias", disse o atacante.
Por fim, Endrick também ressaltou que os atletas conseguem algo muito raro na sociedade que é trabalhar com alguma coisa que dá bastante prazer.
"A gente está dentro do futebol, fazendo o que a gente mais ama e ganhando um dinheiro que pode mudar a vida da nossa família. A gente só tem que agradecer a Deus por esse momento", opinou.
Brasil e Austrália voltam a se enfrentar na terça-feira (29), às 7h (de Brasília), em Brisbane. Depois, para fechar a data Fifa, a Seleção embarca rumo a Calcutá para jogar contra a Índia, no próximo sábado (3), às 11h.
Para a próxima partida, Carlo Ancelotti deverá promover algumas mudanças. A tendência é que a equipe entre em campo com: Otávio, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Vini Jr e Raphinha.