Messi conquistou uma Copa do Mundo e duas Copas Américas pela seleção argentinaWilliam Volcov/Parceiro/Agência O Dia
O Conselho Superior da UBA aprovou por unanimidade a homenagem e destacou que a trajetória do jogador constitui "um exemplo de excelência, perseverança, humildade e conduta ética".
O craque conduziu a Argentina aos títulos da Copa América de 2021, da Finalíssima de 2022, da Copa do Mundo do Catar de 2022 e da Copa América de 2024, além dos vice-campeonatos mundiais de 2014 e 2026.
Messi é "exemplo e embaixador de nossa cultura popular e de nossa identidade nacional", declarou o reitor Ricardo Gelpi, citado no comunicado.
No amistoso contra o Benin, o camisa 10 encerrará, aos 39 anos, mais de duas décadas de história com a seleção argentina, da qual é o maior artilheiro (125 gols), líder em assistências (68) e recordista de partidas disputadas (207).
A trajetória de Messi pela Argentina
O craque logo se consolidou como a principal referência da seleção. No entanto, a Albiceleste, que não conquistava nenhum título desde a Copa América de 1993, bateu na trave em competições importantes. Na Copa do Mundo de 2014, foi vice para a Alemanha, no Maracanã. Já nas finais das Copas América de 2015 e de 2016, acabou superada pelo Chile nos pênaltis.
O início da consagração do meia-atacante aconteceu apenas em 2021. A Argentina quebrou o jejum que já durava 28 anos após vencer o Brasil na final da Copa América, no Maracanã, garantindo a primeira conquista do craque pela seleção.

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