"A questão do Estádio Nilton Santos vem desde o início da nossa gestão, em que já recebemos o estádio em obras e assim ele permaneceu durante todo o ano de 2015, inclusive com grave limitação na capacidade de público. Essa questão de corte de energia e água decorre de atraso dos pagamentos, mas decorre do fato em que o consórcio que realizou as obras em nome da prefeitura realizou muitas despesas de água e luz, e o Botafogo apresentou à prefeitura o pedido de reembolso, dois dos quais referentes ao mês de abril e maio, que não foram pagos. Com isso, cria uma dificuldade complementar ao Botafogo, uma vez que as despesas continuaram ocorrendo. Nesse momento eu não tenho exatamente o montante da dívida, mas o consórcio chegou a utilizar um caminhão-pipa e um gerador para atender as suas necessidades na parte final do trabalho e temos que apurar, fazer uma conta de chegada. Com a prefeitura é muito complicada, a prefeitura é uma negociadora dura, complexa, não tem sido parceira e nem compreendido as dificuldades que o Botafogo tem sofrido, e em relação à CEDAE, esperamos que algum representante da prefeitura vá até lá assumir suas partes dos valores que estão em aberto, para que posteriormente, ambas as partes possam fazer seu pagamento ou algum tipo de parcelamento. O Estádio Nilton Santos só esperamos ter de volta em 2017 e não contamos com ele nem para Campeonato Carioca, nem para Campeonato Brasileiro", declarou o presidente, em entrevista à Rádio Botafogo Oficial.






