
"O clube brasileiro precisa de capital e capital estrangeiro. E só vai entrar se tiver uma estrutura profissional. Precisamos da entrada desses recursos estrangeiros. Hoje, a forma de administração é primária, primitiva e atrasada. Não gera eficiência e transparência ou bons clubes de futebol no Brasil. Tirando Flamengo, Corinthians e Palmeiras todos os outros caminhos para situação de inviabilização. É preciso estimular o clube-empresa. Tem que criar uma estrutura para estimular os incentivos", disse, após a coletiva.
O presidente da Câmara vem conversando com outros deputados e o ministro da economia, Paulo Guedes, sobre o assunto. A pauta deve ser votada pelo Congresso após a reforma da previdência. Conselheiro do Botafogo, o deputado falou em tom de aprovação sobre o projeto dos irmãos Moreira Salles para o clube.
"Acho muito boa, mas tenho preocupação porque os outros que tentaram competir com clube associativo quebraram. Quero o Botafogo com condição de disputar título. O mais importante é ter estrutura eficiente e com recurso. Fiz um apelo para o presidente da CBF ajude o Botafogo. A minha tese é que você tem que estimular a transição do clube-empresa no prazo de 3 a 5 anos sem pagar impostos e depois pagar como qualquer negócio. Já comecei a conversar com o ministro Paulo Guedes (economia) para construímos uma solução. A ideia é que a gente construa incentivos para que ser empresa tenha mais vantagem. O benefício tem que ser para aquele que vai aderir ao futebol moderno", completou.






