John Textor é dono da SAF do BotafogoDivulgação / Lyon
O clube social cobrou, na última quinta-feira (29), garantias de sustentabilidade financeira para aprovar os investimentos. Já na sexta-feira (30), o dono da SAF e João Paulo Magalhães viajaram a São Paulo para uma reunião com o banco BTG Pactual. Internamente, há o entendimento que a aprovação do associativo, que busca analisar se a transferência do americano é real e saudável, seria o último obstáculo para a entrada do dinheiro.
"A direção (referindo-se ao CEO Thairo Arruda) agora está totalmente alinhada. O apoio que precisamos da direção existe. Mas é um financiamento bastante complicado, e há muita coisa envolvida. Não estamos só tentando financiar essa janela de transferências, o transfer ban. Queremos garantir que vamos resolver esse problema de vez, e que vamos capitalizar propriamente um clube a nível de (disputar) campeonatos daqui em diante."
O dono da SAF afirmou que os investidores responsáveis pelo aporte gostariam de um consenso entre ele, Thairo, o Conselho de Administração e o clube social, que é acionista minoritário da SAF. "O novo capital (investidores) gosta de saber que todos estão a bordo. Ninguém quer financiar uma nova situação onde você tem um parceiro significativo, como o clube social, que não esteja a par de todos os documentos, e não entenda o porquê de estar acontecendo. Nenhum investidor neste tipo de situação gostaria de que questionassem a validade do aporte, dos documentos. E isso é bastante habitual."
Há a expectativa de que o associativo formalize o apoio ao aporte até a próxima quarta-feira (4).



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