Danilo espera se tornar peça importante na seleção brasileira sob o comando de Carlo AncelottiRafael Ribeiro / CBF
Ele foi chamado para a Data Fifa de março, a última antes da divulgação da lista definitiva para o torneio internacional, teve bom desempenho diante de França e Croácia, com um gol marcado, e carimbou o passaporte aos Estados Unidos, Canadá e México, sedes da competição. Na despedida da Amarelinha do Brasil, no Maracanã, também balançou a rede, sobre o Panamá.
O ex-jogador foi convocado pela primeira vez para amistoso com a Bolívia, no início de 2002, que terminou em goleada por 6 a 0. Ali, começou a trajetória rumo ao Mundial: “Na reta final, pós-classificação, Felipão passou a olhar para outros jogadores. Ele tinha interesse em me conhecer, em ver como me sairia nos amistosos. A partir daquele momento, começou a entender as minhas características para poder ajudar dentro do modelo de jogo do time”.
Já na Copa do Mundo, o meio-campista saiu do banco de reservas na última rodada da fase de grupos, diante da Costa Rica, e nas oitavas de final, contra a Bélgica. Depois, assumiu a titularidade, tornou-se elemento fundamental no esquema tático (3-5-2) e, inclusive, deu assistência para Ronaldo fechar o placar da decisão em 2 a 0, sobre a Alemanha.
“A sensação foi inexplicável, uma experiência fantástica. É o momento de maior nível que um atleta profissional deseja chegar. Não há como mensurar a alegria e a satisfação. Foi muito mágico. Batalhamos e nos dedicamos diariamente, nos preparamos para aquele momento. Só tenho muita alegria e satisfação por ter sido campeão do mundo. Era um sonho de criança”, ressaltou.
Não é só Danilo que tem o apoio de Kleberson
“Por mais que estejamos em um grande jejum, de chegar a uma final e ser campeão, temos jogadores talentosos, uma boa comissão técnica. Acho que a Seleção tem chance de ser campeã. Mas não é fácil, é um trabalho muito duro que precisa ser feito. Tem que ter dedicação total, desde a convocação, a chegada, todos os treinamentos”, ponderou.
“São pequenas coisas que fazem a diferença. Não é só o que o jogador viveu na temporada. Nos jogos, não se pode errar. Os titulares precisam dar o máximo. Quem está no banco também tem uma grande responsabilidade, de entrar e fazer melhor, mudar a cara da partida. Brasil é Brasil, a camisa é pesada e todos respeitam. Ficamos na expectativa”, finalizou Kleberson.



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