Didier Deschamps, técnico da seleção francesaVanessa Carvalho / Parceiro / Agência O Dia
“O que fizemos durante a interrupção? Jogamos cartas... Não, mais a sério, simplesmente esperamos, porque tínhamos certos intervalos de tempo que eram constantemente adiados”, disse o treinador, em entrevista após o confronto.
O comandante garantiu não ter ficado incomodado com a situação: “Estávamos tranquilos, brincamos com os jogadores. É uma questão de segurança. Não acuso ninguém. Enquanto houver risco, adaptamo-nos às leis locais. Respeito isso”.
Já classificada ao mata-mata, a França lidera o Grupo I, com seis pontos - mesmo número da Noruega, segunda colocada. Na última rodada, as seleções farão duelo pela ponta da chave, sexta-feira (26), às 16h (de Brasília), em Foxborough.

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