Estados Unidos - O Egito fez uma denúncia formal à Fifa contra a arbitragem após a derrota por 3 a 2 para a Argentina, de virada, na última terça-feira (7), pelas oitavas de final da Copa do Mundo. A Federação Egípcia de Futebol pediu a investigação e o afastamento do juiz François Letexier e dos assistentes Cyril Mugnier e Mehdi Rahmouni, todos franceses.
Presidente da entidade, Hany Abo Rida alegou que erros do árbitro influenciaram diretamente no resultado da partida, que culminou na eliminação da seleção africana.
Primeiro, quando o Egito vencia por 1 a 0, Mostafa Zico teve um gol anulado por falta na origem do lance. Depois, ele mesmo balançou a rede e ampliou a vantagem. Já no empate da Argentina, os egípcios contestaram dois pênaltis não marcados no começo da jogada, em Fathy e Salah.
Ao fim do jogo, Mostafa Zico não poupou críticas à arbitragem: “Foi injusto. A injustiça dele foi clara. Nos perseguiu desde o início. Não quer que a gente vença. Uma partida direcionada”.
O técnico Hossam Hassan também se revoltou: “O que eu disse ao árbitro foi apenas que isso é injusto. Eu estava dizendo que talvez ele tivesse um placar em mente. Talvez tenha algo a esconder. Quem tem algo a esconder, às vezes falha em esconder o que está escondendo. Isso foi exatamente o que eu senti durante aquela conversa”.
Agenda
Eliminado, o Egito iniciará a preparação de olho na próxima Copa do Mundo. Já a Argentina terá a Suíça pela frente, nas quartas de final, sábado (11), às 22h (de Brasília), em Kansas City.
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