Èverton Ribeiro atuando pelo Bahia pela Copa LibertadoresLetícia Martins / EC Bahia

Rio - Destaque do Bahia, o meia Éverton Ribeiro tem o futuro indefinido para a próxima temporada. Com contrato até o fim deste ano, o camisa 10 ainda não tem conversas sobre a renovação do vínculo e o seu nome começou a circular entre os rubro-negros nas redes sociais. Porém, torcedores do Flamengo se dividiram sobre um possível retorno do jogador.
De um lado, os torcedores que são a favor da volta do meio-campista sugerem um contrato semelhante ao que o ex-goleiro Júlio César assinou antes de se aposentar em 2019, quando jogou apenas o Campeonato Carioca. Um dos principais motivos para um contrato curto seria o alto custo do jogador e a sua idade.
"Contratinho até o fim do Campeonato Carioca e está ótimo. Mas nem perto do salário que recebe no Bahia, e nem do que recebia no Flamengo antes, já que entraria em jogos esporádicos", disse um torcedor por meio da rede social "X".
Outro companheiro de arquibancada foi além: "Ele tem que assinar pra jogar 2027 inteiro. Se ele se sentir em condições, claro. Como opção no banco entrando esporadicamente, seria uma despedida perfeita e iria render bem", completou.
Porém, outra parte da torcida é contrária a um possível retorno do camisa 10 do Bahia. Entre as razões, os torcedores destacam que o jogador já tem uma idade alta e vem em queda de rendimento, o que dificultaria aguentar o calendário do Flamengo, que normalmente briga por título em mais de uma competição.
"O Flamengo é o único clube grande do mundo todo em que o torcedor vive de saudosismo, ele não consegue mais correr nem pelo Bahia, vai servir para nós como? Já passou isso aí", criticou um torcedor.
"Toda semana essa discussão volta. Não sei se vocês se lembram, mas o Éverton saiu por cima! O respeito mútuo segue intacto, capaz de só manchar a imagem positiva que está guardada na memória do torcedor", indagou outro rubro-negro.
Alinhado ao anterior, um flamenguistas reforçou o lado financeiro: "Vocês sabem que ele ganha um milhão por mês né? Essa operação não tem lógica para nenhum dos dois lados, deixa isso quieto", finalizou.
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*Reportagem do estagiário João André Pombo, sob supervisão de Rodrigo Souza