Pablo Dyego ao lado de Ganso - LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.
Pablo Dyego ao lado de GansoLUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.
Por O Dia

Rio - No jargão carnavalesco, esquenta significa um apronto para a festa. Ajustar a bateria, beber uma cervejinha gelada para então, depois, fazer a folia. Mas hoje, a palavra esquenta tem um significado completamente diferente para o Fluminense, mas fiel ao pé da letra. Às 16h, o time comandado por Fernando Diniz encara o Resende no estádio de Moça Bonita, em Bangu, onde as temperaturas neste verão inclemente do Rio superam os 40 graus com facilidade.

"Um jogador profissional tem que se preparar para jogar em qualquer clima e estádio. Estamos preparados, nossos treinos terminam por volta de uma hora da tarde, então, estamos acostumados com esse clima e o pensamento é em conseguir os três pontos", disse o atacante colombiano Yony González.

Por motivos técnicos e de suspensão, Fernando Diniz se viu obrigado a mexer muito no time. Com Digão, Bruno Silva e Airton suspensos, jogam, respectivamente, Léo Santos — que foi apresentado ontem no clube —, Caio Henrique e Dodi. Na lateral esquerda, Mascarenhas, que se recuperou de caxumba, entra no lugar de Marlon, barrado por deficiência técnica. E a principal alteração está no meio-campo. Com Ganso à disposição (o camisa 10 não enfrentou o Antofagasta por não estar inscrito na Copa Sul-Americana), quem perde espaço no time é Danielzinho.

"Ganso é um grande jogador, tem muitas qualidades e vai melhorar com o decorrer do tempo. Tem muita técnica, visão de jogo e é muito bom ter um jogador com a qualidade dele, a qualquer momento pode fazer uma jogada diferenciada", afirmou González, artilheiro do time no Carioca com quatro gols.

"Para mim, fazer gol sempre vai ser muito importante, mas me sinto feliz porque estou jogando e ajudando a equipe com assistências, mesmo quando não consigo fazer o gol. Sigo trabalhando e tentarei sempre dar o meu melhor", revelou o colombiano, que disse não ter problemas em se adequar ao modo brasileiro de jogar: "Minha adaptação está sendo boa, meus companheiros me acolheram da melhor maneira. Quanto ao futebol no Brasil, senti diferença. Acho que os jogos do Carioca são muito diferentes do que jogamos na Colômbia, talvez o contato físico seja diferente".

Você pode gostar
Comentários