Taça Rio é última chance do Fluminense tentar acabar com jejum

Sem conquistar o Carioca desde 2012, Tricolor precisa vencer o segundo turno, que começa contra o Madureira

Por O Dia

Com Odair Hellmann, time do Fluminense vem mostrando evolução
Com Odair Hellmann, time do Fluminense vem mostrando evolução -

Grande há mais tempo em jejum no Campeonato Carioca, o Fluminense dá início à Taça Rio neste domingo, às 16h, contra o Madureira, no Maracanã, para seguir com o sonho da conquista que não vem desde 2012. Para isso, precisa ser campeão do segundo turno ou pelo menos terminar em primeiro na classificação geral, caso o Flamengo seja campeão, assim como na Taça Guanabara, para estar na final.

Pelo regulamento do Carioca de 2020, só haverá final se dois clubes venceram os dois turnos ou se um conquistar ambos e outro somar mais pontos na classificação geral. Passadas seis rodadas na Taça Guanabara, o Fluminense é quem possui a melhor campanha, com 15 pontos conquistados, dois a mais do que Boavista e Flamengo (sem contabilizar os jogos da Taça Rio). 

Mas o objetivo principal segue sendo a conquista da Taça Rio e, para isso, um bom início será determinante, pois agora serão apenas cinco jogos, em confrontos diretos dentro do grupo, para definir os semifinalistas.

Com o grito preso desde 2012, o Fluminense não quer transformar o atual período no seu terceiro pior jejum. Atualmente sem levantar o troféu há sete edições, o Tricolor se aproxima da segunda pior seca, de nove anos (entre 1986 e 1994) atrás dos 11 Cariocas sem título (entre 1925 e 1935).

Sem contar que, com a eliminação na primeira fase da Copa Sul-Americana, o Carioca virou a principal esperança de conquista do Fluminense na temporada, o que aumenta a responsabilidade do elenco tricolor a partir de hoje, diante do Madureira. O segundo turno também servirá para o técnico Odair Hellmann corrigir os erros da equipe, principalmente no meio de campo, e encontrar uma forma de jogar mais eficiente.

 

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