Gols sofridos no início viram dor de cabeça no Fluminense

Tricolor ficou atrás no placar com um minuto de jogo contra Moto Club e Flamengo. Time é mais vazado no primeiro tempo

Por O Dia

Nino no treino do Fluminense
Nino no treino do Fluminense -

O alívio com a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil não apagou o incômodo com os dois gols sofridos logo no início do jogo contra o Moto Club. Com apenas 40 segundos, o Fluminense já perdia e, com 11 minutos, estava dois gols atrás no placar, o que dificultou a busca pela virada para 4 a 2 e a vaga. E não foi a única vez neste início de temporada. Das oito vezes em que foi vazado em dez jogos, cinco aconteceram no primeiro tempo, sendo quatro antes do 12º minuto.

"Precisamos melhorar essa construção e concentração inicial, para que não aconteça mais isso", disse o técnico Odair Hellmann.

A falta de atenção do Tricolor no início dos jogos tem custado caro. Contra o Moto Club, o time correu risco de ser eliminado, mas conseguiu correr atrás. Contra o Flamengo, em situação parecida (sucumbiu à pressão inicial e levou gols com um e oito minutos, também em jogadas de bola parada e em contra-ataque), teve reação elogiável, só que perdeu por 3 a 2 e ficou fora da final da Taça Guanabara.

No mesmo clássico, o Fluminense ainda sofreu um gol aos quatro minutos da segunda etapa, em outro lance no qual faltou atenção na marcação.

Se o torcedor olhar para o copo meio cheio, pode-se tirar um ponto positivo dessa situação, que é a capacidade de reação do Fluminense, ao sair atrás e buscar a recuperação para voltar ao jogo. Só que, para isso, os jogadores tiveram que se desgastar mais e perderam o planejamento inicial traçado pela comissão técnica.

"É tirar lição, entrar mais ligado, mais focado. É aprender com isso, igualar na vontade e com determinação desde o início de jogo. Tem que manter para a nossa qualidade se sobressair e não ser tanto susto assim (risos)", disse Nenê.

 

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