Fred tem bom começo no Fluminense Sub-20Marina Garcia / Fluminense

Treinador do sub-20 do Fluminense, Fred teve um excelente começo de trabalho no clube. No total são seis jogos, com cinco vitórias e um empate. Sem negar o seu desejo, o Eterno camisa 9 afirmou que tem como plano assumir o comando da equipe principal tricolor.
"Acho que esse processo seria maravilhoso para mim, daqui a alguns anos ter essa oportunidade. Não sabemos como vai ser ou se vai acontecer, mas me preparo para isso. Não por agora, mas me preparo para isso. Terminei meus cursos de treinador da CBF, da UEFA (A), e tem a Pro ainda que quero fazer e começa em julho do ano que vem. Então, estou bem calmo e trabalhando firme para me capacitar, para quando chegar essa oportunidade eu realizar esse sonho que é assumir o Fluminense", disse em entrevista à "ESPN".
O primeiro trabalho de Fred foi no Fortaleza na equipe sub-20. O treinador afirmou que já recebeu convites para dirigir times profissionais, mas entende que precisa evoluir para isso ocorrer.
"Quando eu fiz essa transição para treinador de futebol, coloquei metas. Metas com processos um pouco mais longos, não que seja certo ou errado. Já tive convite para trabalhar no profissional (de outro clube), mas optei por crescer, entender, para quando eu chegar ao Fluminense estar o mais preparado possível", contou.
Fred afirmou que entende que é natural que exista uma expectativa em relação ao trabalho no Fluminense, mas pediu cautela, além de elogiar o trabalho de Marcão.
"Eu acho que é natural e normal, pelo que fiz como atleta, que tenha esse pedido (para ser treinador do profissional). Mas eu conheço bem o Fluminense por dentro e sei que é muito bem organizado. Tem o Marcão preparado e que é altamente capacitado, fazendo um trabalho maravilhoso, muito bom, é da casa, e está administrando tudo muito bem", opinou.
Ao avaliar o seu estilo como técnico, Fred citou quatro nomes que teve a oportunidade de trabalhar como jogador do Fluminense.
"Bebi de muitas fontes. O Abel Braga enxergava o jogo a partir do meio-campo. O Diniz era um cara para frente, que gosta do jogo, agressivo para jogar futebol. O Cuca pela estratégia, o Parreira pela organização e pela gestão do lado humano. Foram vários treinadores que acabaram me formando", concluiu.