Prefeitura de Niterói prepara plano de transição gradual para normalização da rotina

Estudo está sendo desenvolvido por técnicos da Prefeitura, especialistas da área de saúde e representantes de entidades empresariais

Por O Dia , O Dia

Quase seis mil pessoas já acionaram o número 153 desde 19/03 para tirar dúvidas sobre a pandemia na cidade
Quase seis mil pessoas já acionaram o número 153 desde 19/03 para tirar dúvidas sobre a pandemia na cidade -
Niterói inicia na próxima quinta-feira uma transição gradual para a normalidade de sua rotina. O plano - que está sendo desenvolvido por técnicos da Prefeitura em parceria com especialistas da Fiocruz, UFF e UFRJ, além de representantes de entidades empresariais - será divulgado pelo governo municipal na terça-feira pelas redes sociais.
“As ações estão sendo desenvolvidas com base na ciência e na análise de experiências internacionais que foram bem-sucedidas no combate ao coronavírus. O isolamento social continua sendo a nossa maior arma e só devemos sair às ruas em caso de extrema necessidade, e sempre usando máscaras. Contamos com o apoio, a perseverança e a disciplina dois niteroienses para o sucesso dessa transição gradual para uma nova normalidade”, declarou o prefeito.
O secretário municipal de Ordem Pública, Paulo Henrique de Moraes, disse que quase seis mil pessoas já acionaram o número 153 desde o dia 19 de março, com chamadas relacionadas à covid-19, incluindo perguntas sobre os benefícios concedidos pela Prefeitura, denúncias contra descumprimento das leis de prevenção sanitárias por parte de estabelecimentos comerciais, agências bancárias e supermercados, entre outras demandas. O telefone é atendido por guardas municipais do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), que direcionam as dúvidas de acordo com órgão.
“Esta semana vamos ampliar a fiscalização sobre quem circula dentro da cidade, com verificação também da temperatura corpórea individual; se estiver acima do normal, o cidadão será encaminhado para uma de nossas unidades de saúde pública. Vamos manter as restrições para mantermos o achatamento da curva ascendente de contágio, mas ainda é importante que todos fiquem em casa”, orientou Paulo Henrique.

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