Niterói terá sistema de cores para identificar estágios de combate à covid-19

Escala irá do preto (situação extremamente grave) ao verde (normal) para identificar níveis de restrição de circulação

Por O Dia

Dinâmica será condicionada pelo comportamento dos cidadãos e pelo ciclo da epidemia, podendo retroceder a restrições mais rígidas
Dinâmica será condicionada pelo comportamento dos cidadãos e pelo ciclo da epidemia, podendo retroceder a restrições mais rígidas -
Niterói terá um sistema de cores para identificar os estágios do combate ao coronavírus na cidade e os níveis de restrição de circulação e isolamento social que serão colocados em prática. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo prefeito Rodrigo Neves em pronunciamento nas redes sociais. As identificações de níveis terão as cores preta (situação extremamente grave da pandemia), vermelha (situação muito grave, com restrições de circulação mais rígidas – estágio atual), laranja (atenção máxima) e amarela (alerta). O sinal verde só deverá ser adotado quando já estiver disponível uma vacina contra a covid-19. O plano de retomada gradual das atividades na cidade está sendo desenvolvido por um grupo de trabalho formado por especialistas e técnicos da Prefeitura e conta com critérios como a taxa de transmissão do novo vírus, a taxa de letalidade e a retaguarda de leitos. 
“Graças à disciplina e perseverança dos cidadãos de Niterói e às medidas inovadoras da Prefeitura, que foram reconhecidas nacional e internacionalmente, nós vamos iniciar um programa de transição gradual das atividades para uma nova normalidade, sempre com o devido cuidado com a saúde pública”, destacou o prefeito. “A dinâmica desse processo será condicionada pelo comportamento dos cidadãos e também pelo ciclo da epidemia. Caso seja necessário, poderemos retroceder a estágios de restrição mais rígidos”. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira à noite, Niterói tem 1.295 casos confirmados da doença, com 663 pacientes em isolamento domiciliar (sendo acompanhados pela Fundação de Saúde), 74 mortos e 493 pacientes curados.

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