Volta às aulas prorrogada

A Prefeitura de Niterói publicou no final de semana decreto que mantém a suspensão até o dia 31/7

Por O Dia

Reabertura das escolas não vai acontecer pelo menos até o final de julho, define decreto municipal
Reabertura das escolas não vai acontecer pelo menos até o final de julho, define decreto municipal -

A suspensão das atividades escolares em Niterói se estenderá até o dia o dia 31 de julho, de acordo com decreto municipal publicado no Diário Oficial do último sábado (27). A Prefeitura decidiu prorrogar as medidas de restrição de circulação na cidade até esta data. O anúncio foi feito prefeito Rodrigo Neves em pronunciamento nas redes sociais na sexta-feira (26).

Segundo o prefeito Rodrigo Neves, ao longo do mês de julho será feita uma avaliação do ciclo da epidemia em Niterói para que a volta às aulas só aconteça de uma forma que não coloque em risco a saúde das crianças.

"Esses ajustes são feitos com base nas análises e avaliações do nosso Conselho Científico, que está assessorando a Prefeitura de Niterói nas medidas que estão sendo tomadas nesses últimos 100 dias de guerra contra o coronavírus", afirmou.

Neves lembrou que, quando foi iniciado o Plano de Transição Gradual para um Novo Normal, no dia 21 de maio, muitos achavam que haveria uma segunda onda de casos. "É claro que isso não está descartado, ainda pode acontecer, mas as nossas decisões, sempre baseadas na ciência e em um planejamento sério, têm dado certo", declarou.

Maricá mantém escolas fechadas

A secretária de Educação de Maricá, Adriana Costa, garantiu que as aulas presenciais na rede municipal estão suspensas por tempo indeterminado e, com isso, não vão retornar no mês de agosto, ao contrário das informações que vinham circulando na cidade.

Segundo ela, a Secretaria de Saúde e os órgãos sanitários do município é que vão estabelecer quando será volta dos alunos às salas de aula.

Ela afirmou que, além das autoridades de saúde, estão sendo mantidas reuniões com órgãos como o Ministério Público, o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE), o Conselho Municipal de Educação e a Comissão de Educação da Câmara Municipal. Segundo a secretária, o MP solicitou que fosse estabelecido um protocolo para quando o retorno fosse possível.

Comentários