Força-tarefa derruba construções irregulares e embarga obras proibidas em Niterói

Ações têm objetivo de evitar expansão em áreas de risco e encostas da cidade

Por O Dia

Denúncias sobre desmatamentos ou construções em áreas de risco ou de proteção ambiental podem ser feitas pelo telefone central do CISP, número 153
Denúncias sobre desmatamentos ou construções em áreas de risco ou de proteção ambiental podem ser feitas pelo telefone central do CISP, número 153 -
NITERÓI - O Grupo Executivo para o Crescimento Ordenado de Preservação das Áreas Verdes (Gecopav) da Prefeitura de Niterói realizou três importantes ações nesta semana com o objetivo de evitar a ampliação de construções irregulares em áreas de risco e encostas da cidade. No Fonseca, o grupamento demoliu duas edificações que corriam risco de desabamento. Já na Região Oceânica e em Jurujuba, os agentes públicos embargaram duas obras em locais não permitidos e notificaram os proprietários a providenciar a derrubada.
Para ajudar na fiscalização e nas ações, o Gecopav contou com a parceria da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser), Defesa Civil Municipal, Secretaria de Ordem Pública, com a Guarda Municipal, Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS) e apoio da Polícia Militar.
Na Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca, as equipes do Gecopav realizaram uma avaliação com apoio da Defesa Civil, Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa), Coordenadoria de Aluguel Social, Procuradoria Geral do Município, SMARHS e Seconser e demoliram duas casas consideradas como construções de risco, numa encosta. O procedimento atendeu também uma determinação judicial.
No bairro Santo Antônio, na Região Oceânica, foi embargado um imóvel irregular construído em área de risco e de proteção ambiental. Os fiscais entraram com medidas administrativas e, caso os responsáveis não providenciem a demolição num prazo de 30 dias, as equipes da Prefeitura realizarão o trabalho.
Na manhã de quinta-feira (10), os agentes embargaram uma obra irregular sobre encosta rochosa em Jurujuba. A construção foi condenada pela Defesa Civil e o responsável recebeu ordem escrita de autodemolição, caso contrário a Prefeitura fará o serviço.
“Com a restrições e protocolos de combate à covid-19, colocamos em prática um plano estratégico para monitoramento das áreas verdes da cidade, seguindo todos os parâmetros da lei e levando em consideração o aspecto social”, explica Wilton Ribeiro, secretário executivo do Gecopav.

Denúncias sobre desmatamentos ou construções em áreas de risco ou de proteção ambiental podem ser feitas pelo e-mail gecopav@gmail.com ou através do número 153 que atende no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP). Desde a sua criação, em 2015, mais de 1.300 pontos com possíveis irregularidades foram investigados e mais de 160 construções foram embargadas, além de outras 165 demolidas.

PREFEITURA DE NITERÓI
COORDENADORIA GERAL DE COMUNICAÇÃO

Gecopav realiza demolição de duas construções irregulares em encosta do Fonseca

Grupamento também embargou obras em áreas de risco na Região Oceânica e Jurujuba

10/09/2020 - O Grupo Executivo para o Crescimento Ordenado de Preservação das Áreas Verdes (Gecopav) da Prefeitura de Niterói realizou três importantes ações nesta semana com o objetivo de evitar a ampliação de construções irregulares em áreas de risco e encostas da cidade. No Fonseca, o grupamento demoliu duas edificações que corriam risco de desabamento. Já na Região Oceânica e em Jurujuba, os agentes públicos embargaram duas obras em locais não permitidos e notificaram os proprietários a providenciar a derrubada.  

Para ajudar na fiscalização e nas ações, o Gecopav contou com a parceria da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser), Defesa Civil Municipal, Secretaria de Ordem Pública, com a Guarda Municipal, Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS) e apoio da Polícia Militar.

Na Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca, as equipes do Gecopav realizaram uma avaliação com apoio da Defesa Civil, Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa), Coordenadoria de Aluguel Social, Procuradoria Geral do Município, SMARHS e Seconser e demoliram duas casas consideradas como construções de risco, numa encosta. O procedimento atendeu também uma determinação judicial.

Obras embargadas – No bairro Santo Antônio, na Região Oceânica, foi embargado um imóvel irregular construído em área de risco e de proteção ambiental. Os fiscais entraram com medidas administrativas e, caso os responsáveis não providenciem a demolição num prazo de 30 dias, as equipes da Prefeitura realizarão o trabalho.

Na manhã desta quinta-feira (10), os agentes embargaram uma obra irregular sobre encosta rochosa em Jurujuba. A construção foi condenada pela Defesa Civil e o responsável recebeu ordem escrita de autodemolição, caso contrário a Prefeitura fará o serviço.

“Com a restrições e protocolos de combate à Covid-19, colocamos em prática um plano estratégico para monitoramento das áreas verdes da cidade, seguindo todos os parâmetros da lei e levando em consideração o aspecto social”, explica Wilton Ribeiro, secretário executivo do Gecopav.

Denúncias sobre desmatamentos ou construções em áreas de risco ou de proteção ambiental podem ser feitas pelo e-mail gecopav@gmail.com ou através do número 153 que atende no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp). Desde a sua criação, em 2015, mais de 1.300 pontos com possíveis irregularidades foram investigados e mais de 160 construções foram embargadas, além de outras 165 demolidas.

Comentários