A revista, com 52 páginas, explica e detalha cada proposta colocada em prática.Divulgação
Para o secretário das Culturas, Alexandre Santini, a publicação apresenta os resultados da gestão na área, que consolidou a matriz Cultura é um Direito – estruturante para as políticas culturais na cidade. Ele destaca também a política de editais de fomento, que foi fundamental para que o setor cultural atravessasse esse momento da pandemia.
“A revista é também uma bússola, um documento orientador da atual gestão, que é de continuidade. É uma compilação do que foi feito no setor cultural e que demonstra o grau de centralidade e de prioridade que as políticas culturais têm no desenvolvimento de Niterói”, destacou o secretário.
Santini ressaltou a importância de políticas como a Carta de Direitos Culturais, inédita no país; o Orçamento Participativo da Cultura; os editais e chamadas públicas de fomento direto à produção – que garantiram quase R$ 13 milhões aos contemplados; o Plano Municipal de Cultura; e diversas ações de participação popular, que ajudaram a democratizar a gestão da área e a dar mais transparência ao uso dos recursos públicos. Em 2021, a Prefeitura investiu R$ 72 milhões no setor cultural de Niterói. Hoje, 90% do que é investido na área vêm do próprio município.

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