Outra decisão da Justiça (14ª Vara Federal), ontem, determinou que o empresário retire a cisterna, desfaça o alargamento do píer, remova as estacas fincadas no espelho d’água e libere o acesso público ao mar na Marina, num prazo de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
O juiz federal Walner de Almeida Pinto ressaltou em seu despacho que é possível a exploração comercial do bem tombado, a Marina, mas ela “deve estar condicionada à função para a qual foi concebida, ou seja, de vocação para atividades náuticas”.
De acordo com usuários, o Rei teria acionado seus advogados para não sair da Marina. E acabou vencendo a batalha naval de reis.
A assessoria de imprensa da Rex limitou-se a dizer que a empresa ainda não foi comunicada oficialmente sobre a decisão do Iphan.
Trabalho comunitário, suspensão da habilitação e multa de R$ 1 milhão
Thor vai prestar serviço comunitário por uma hora diária, durante dois anos, ficar pelo mesmo período com a habilitação suspensa e pagar R$ 1 milhão de multa.
Esta foi a decisão da juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, que condenou o empresário por homicídio culposo pelo atropelamento e morte do ciclista Wanderson dos Santos, ano passado.
Thor, que dirigia um Mercedes Benz, estaria em alta velocidade. Ela considerou estapafúrdia a alegação de Thor sobre enfrentar problemas financeiros. O Ministério Público vai investigar se Thor, seu pai Eike, familiares da vítima e bombeiro cometeram crime em acordo de R$ 1 milhão.




