—A construção recebeu recursos de um programa norte-americano. O conjunto recebeu moradores removidos das favelas do Pasmado, em Botafogo, da Praia do Pinto, no Leblon, e também os que moravam no Esqueleto, no Maracanã. A Vila Kennedy foi projetada para ser autossuficiente, com 30% da população trabalhando aqui mesmo, mas isso não ocorreu.
— O comércio que deveria haver não saiu do papel; uma fábrica de café, uma de tijolos e outra de bolsas foram desativadas. Muita gente ficou desempregada. O primeiro conjunto construído tinha 5.500 unidades. Hoje, há 140 mil habitantes e um processo de favelização.
— A falta de conservação, a má iluminação pública, a sujeira e as poucas áreas de lazer. Transporte e saúde também são precários.




