Por thiago.antunes
Rio - Os prefeitos da Baixada Fluminense enviarão mensagem de repúdio à presidenta Dilma Rousseff e ao Ministério da Saúde pelo contigenciamento de 30% do orçamento do SUS, anunciado nesta quinta-feira. O dinheiro só tem previsão de ser liberado em janeiro, o que, segundo eles, compromete as finanças das pastas de Saúde das cidades.
“Isso não é brincadeira, estamos falando de vidas, de saúde, mas, agora, aos 45 minutos do segundo tempo, vem essa notícia que adia pagamento de 30% dos recursos para todos os municípios do Brasil. O que vamos fazer? Dizer à população que vamos atender só a 70% e aos fornecedores que pagaremos só 70%? Não houve nenhum aviso prévio. Nova Iguaçu tem o único hospital federal da Baixada e atende a mais de 4 milhões de pessoas”, reclamou o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier, que foi reeleito ontem presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense para o biênio 2015/2016.
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Na assembleia extraordinária do consórcio também foi definido o cargo de vice-presidente, que continua com o prefeito de Magé, Nestor Vidal. O prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos, assume a presidência do Conselho Fiscal do colegiado, integrado ainda pelos prefeitos de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso, e de Nilópolis, Alessandro Calazans. Na suplência, os prefeitos de Queimados, Max Lemos, de Mesquita, Rogelson dos Santos Fontoura, e de Japeri, Ivaldo Barbosa dos Santos.