Por felipe.martins, felipe.martins
Rio - A situação precária do Funprevi foi o principal tema das últimas reuniões do Conselho Fiscal do Previ-Rio, instituto responsável pela gestão do fundo de previdência dos servidores da prefeitura. Atas publicadas no site do Seaerj, Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado, mostram preocupação com a possibilidade de falta de recursos para garantir os direitos dos segurados.
Na reunião de 26 de novembro, o conselheiro Mozart Rangel classificou como “gravíssima” a situação de liquidez do Funprevi. 
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Confirmação
Na reunião, o diretor de Investimentos do Previ-Rio, Andre Silva dos Santos, confirmou a existência de um “problema de liquidez” no Funprevi, mas destacou que o tesouro municipal tem obrigação legal de arcar com um eventual déficit.
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Falta gente
Outro conselheiro, Alexandro Torres, ressaltou que para garantir a liquidez do fundo seria necessário haver quatro servidores ativos para cada inativo — a proporção era de 1,3 para cada aposentado.
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O ninho de Osorio
Logo que voltar das férias, o peemedebista Carlos Roberto Osorio, secretário estadual de Transportes, vai conversar com o PSDB. Atacado em entrevistas recentes de Pezão e de Jorge Picciani, presidente do PMDB-RJ, ele não descarta sair do partido. Muitos tucanos gostariam de vê-lo candidato à prefeitura — ex-secretário municipal de Transportes, poderia defender o legado de Eduardo Paes sem os problemas de Pedro Paulo.
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Sonho
Já o deputado Hugo Legal (Pros), pré-candidato à prefeitura, tenta conseguir o apoio do PSB, que não quer mais saber de lançar Romário.
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Imagens
Pezão sancionou lei que obriga os bancos a guardar por dois anos as imagens de câmeras de segurança.