
Nos encontros são debatidos temas e estratégias de ações que orientem, integrem e motivem este público a superarem as dificuldades enfrentadas e recomeçar a convivência comunitária com boas expetativas de replanejar suas rotinas e o futuro.
Um dos tópicos debatidos são sobre as novas aprendizagem que estas pessoas estão adquirindo durante isolamento. Seja uma receita, brincadeira e uma dança. Passarem a data de aniversários sem os amigos, cooperar ainda mais com a arrumação da casa, esperar, entre outras experiências.
Mas situações negativas também acontecem neste momento e devem ser avaliadas para criar estratégia de atendimento. Alguns adoeceram, viveram medos, perderam familiares e amigos, traumas entre outros.
Outro ponto que o grupo pedagógico está discutindo são as emoções de cada uma dessas pessoas durante o momento de pandemia. Para alguns uma vivência dolorida, outros reflexiva, mudanças, de aprendizado, tristeza, entre outros.
“Os orientadores sociais e oficineiros precisam ouvir os relatos para ajudá-los na construção de novas narrativas, agindo com empatia e acolhendo cada demonstração dos diferentes sentimentos vividos, planejando diálogos, mas também através de brincadeiras, movimentos corporais, usando o espaço das unidades, entre outros”, contou Andrea Vasconcellos, coordenadora pedagógica da Secretaria de Bem-Estar Social.