Julgamento de Caso Santiago é adiado após defesa de um dos réus conseguir HC

Acusados por morte do cinegrafista da Band durante protesto em fevereiro de 2014 iriam a júri popular na quinta-feira

Por O Dia

Cinegrafista Santiago Andrade foi morto, após ser ferido com um rojão na cabeça durante a cobertura de um protesto no Centro do Rio em fevereiro de 2019
Cinegrafista Santiago Andrade foi morto, após ser ferido com um rojão na cabeça durante a cobertura de um protesto no Centro do Rio em fevereiro de 2019 -
Rio - O julgamento dos dois acusados pela morte do repórter cinematográfico da Band Santiago Andrade em fevereiro de 2014 foi adiado. O tribunal do júri estava marcado para a próxima quinta-feira, 25/7, mas a defesa do réu Caio Silva de Souza conseguiu um habeas corpus, que suspende o julgamento. A decisão foi divulgada na noite desta terça-feira pelo Tribunal de Justiça do Rio.
Caio e Fábio Raposo Barbosa respondem pelos crimes de homicídio doloso qualificado e explosão cometidos contra o repórter. Os dois são acusados de acenderam o explosivo que causou a morte de Santiago durante um protesto. O repórter sofreu fratura do crânio, hemorragia intracraniana e laceração encefálica em Santiago. A vítima morreu quatro dias depois do ferimento. 

Com a decisão, dada em segunda instância, o júri popular de Caio Silva e Fábio Raposo Barbosa fica suspenso até que o mérito do habeas corpus seja julgado. O relator é o desembargador Gilmar Augusto Teixeira, da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

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