Preso em Campo Grande um dos milicianos líderes da quadrilha de Ecko
Adriano Rodrigues Moura, o Dedo, é considerado perigoso e responsável pela atuação da quadrilha no bairro da Zona Oeste do Rio
Adriano Rodrigues, o Dedo, foi preso com carro clonado e pistolaREPRODUÇÃO
Por RAI AQUINO
Rio - Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam, na manhã desta segunda-feira, um dos líderes da milícia comandada por Wellington da Silva Braga, o Ecko. Adriano Rodrigues Moura, conhecido como Dedo, de 35 anos, é apontado como um dos responsáveis pela atuação da quadrilha em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, onde foi encontrado.
De acordo com o titular da DHC, o delegado Daniel Rosa, o miliciano foi capturado com um carro que havia sido roubado e clonado e uma pistola Glock calibre .40 com numeração raspada. Contra ele havia quatro mandados de prisão em aberto pelos crimes de homicídio, organização criminosa e porte de arma de fogo.
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"Ele é um miliciano sanguinário e covarde, responsável por controlar uma parte da região de Campo Grande, onde a milícia atua, e uma das lideranças do Ecko", Rosa destaca.
Material encontrado com o miliciano - Divulgação / Polícia Civil
O chefe do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), o delegado Antônio Ricardo Nunes, diz que a pistola apreendida com Adriano vai passar por uma perícia.
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"Essa arma vai ser submetida à exame de balística. Vamos cruzar as informações para ver se ela foi utilizada em algum homicídio. Caso fique comprovado, ele responderá por esses crimes eventualmente cometidos também", Nunes afirma.
Veja o momento em que o miliciano foi preso!
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Preso miliciano da quadrilha de Ecko com quatro mandados de prisão
A milícia comandada por Ecko é a maior do estado e se autodenomina Liga da Justiça. O grupo paramilitar age na Zona Oeste da capital, principalmente em Campo Grande, Santa Cruz e Paciência, e em outras regiões do estado, como Itaguaí e Baixada Fluminense.
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Contra Ecko há 10 mandados de prisão em aberto, dentre eles, por homicídio, extorsão, receptação e organização Criminosa. O Disque Denúncia oferece uma recompensa de R$ 10 mil para quem der informações que possam levar à sua captura.
Ecko é apontado como o líder da maior milícia do Rio e há uma recompensa de R$ 10 mil por sua captura - Divulgação / Disque Denúncia