Pirarucu invade os cardápios do Rio de Janeiro

Pescado nativo da Amazônia, que chega a pesar 200kg, chega regularmente aos bares e restaurantes da cidade

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A iguaria no Bar do Momo (esq.) vem no sanduíche. A versão no Aconchego é defumado. Abaixo, o grandalhão dos rios
A iguaria no Bar do Momo (esq.) vem no sanduíche. A versão no Aconchego é defumado. Abaixo, o grandalhão dos rios -

Um dos maiores peixes de água doce do mundo, e que há 20 anos estava a ponto de ser extinto, está invadindo o Rio de Janeiro. O Pirarucu, nativo da Amazônia e que pode chegar a 200 kg, está pintando na mesa dos cariocas. O pioneiro foi o Bar do Momo, na Tijuca, seguido pelo Kalango, na Praça da Bandeira, mas outros, como o Navegador, de Teresa Corção, e Chez Claude, de Claude Troisgros, estão indo pelo mesmo caminho.

"Conheci o Piracuru numa viagem que fiz à Região Norte. Quando a Bianca (Barbosa), do Aconchego Carioca, disse que estavam trazendo o peixe para o Rio, fui garantir meu lugar na fila de entrega. É um peixe fantástico", elogia Toninho Laffargue, responsável pelas delícias do Momo, que serve o peixe na forma de sanduíche, com maionese de sriracha, cebola, coentro e maxixe.

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