Escolas podem receber até R$ 150 milhões em auxílio - Foto: Evelen Gouvêa
Escolas podem receber até R$ 150 milhões em auxílioFoto: Evelen Gouvêa
Por O Dia
Rio - O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) enviou, nesta terça-feira, dois ofícios à Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) com denúncias feitas por profissionais sobre escolas fechadas por causa do coronavírus e a falta de estrutura sanitária em algumas unidades da rede. Além de pedir providências, o documento enviado pelo sindicato reafirma o risco da volta às atividades presenciais nesse cenário de a pandemia. 
O Sepe também reportou as denúncias e reivindicações à Comissão de Educação da Câmara de Vereadores, à Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e à 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital e Vigilância Sanitária Municipal. Nesta segunda-feira, em assembleia virtual, os profissionais da área que atuam no município decidiram manter a greve em defesa da saúde e contra o retorno às atividades presenciais escolares juntamente com a manutenção das atividades remotas.
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Nesta quarta-feira, haverá um ato simbólico da 'Greve em Defesa da Vida', às 11h, na prefeitura do Rio, seguindo as instruções de distanciamento social e o uso da máscara. Os profissionais também vão cobrar pela divulgação da data de pagamento do 13º salário. A manifestação será transmitida pelas redes sociais do sindicato. Na quinta-feira haverá uma plenária online da comunidade escolar. Na próxima terça-feira, dia 24, a categoria realizará nova assembleia virtual.
Volta às aulas
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A volta às aulas dos alunos do 9º ano teve baixo comparecimento. Após a suspensão das aulas presenciais, estudantes do 9º ano do ensino fundamental puderam retornar às escolas nesta terça-feira, mas a decisão de ir ou não é da família e o ensino remoto ainda continuará. O retorno é apenas para alunos dos anos finais do Ensino Fundamental, 9º ano, último do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA) e do Carioca 2 (projeto de correção de fluxo) da rede municipal. Professores, alunos e profissionais do grupo de risco não voltarão para as aulas presenciais.