Atendimentos serão feitos de forma online - Redes da Maré / Divulgação
Atendimentos serão feitos de forma onlineRedes da Maré / Divulgação
Por MH
Rio - A Defensoria Pública estadual (DPRJ) vai realizar, no próximo sábado, mais uma edição do projeto Defensoria Pública em Ação na Maré. O evento tem como objetivo garantir o acesso à justiça aos moradores do conjunto de favelas da Zona Norte do Rio. Nesta edição, a iniciativa é levar atendimento de demandas das áreas cível e criminal, que serão levantadas pela equipe Redes da Maré e informadas previamente à DPRJ.

Os atendimentos, que serão realizados pela plataforma Google Meets, irão acontecer de maneira escalonada em três salas virtuais. Os interessados em participar do projeto devem buscar a Redes da Maré para fazer o pré-agendamento, através do WhatsApp 21-99924-6462, de segunda à sexta, das 13h às 17h, até esta segunda. Depois dessa data, os agendamentos serão direcionados para a próxima ação, em janeiro.
"Em um ano tão adverso como o de 2020, marcado por uma inédita pandemia, foi necessário que a Defensoria Pública se reinventasse para viabilizar a prestação de assistência jurídica à população do Complexo da Maré. Ficamos muito felizes de verificar que a soma de esforços de todos os colaboradores contribuiu para o resultado extremamente positivo do projeto no ano de 2020", destaca a coordenadora geral de programas institucionais da DPRJ e chefe de Gabinete, Carolina Anastácio.

Para 2021, já há várias datas confirmadas para o evento; são elas:
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. 16 de janeiro
. 27 de fevereiro
. 20 de março
. 17 de abril
. 15 de maio
. 19 de junho
. 17 de julho
. 21 de agosto
. 18 de setembro
. 16 de outubro
. 27 de novembro
. 18 de dezembro

"Tem sido super importante adequar essa metodologia da Defensoria em Ação que acontecia presencialmente para o modelo remoto, a gente vem ampliando e qualificando os atendimentos junto com a Defensoria e as pessoas, de fato, estão conseguindo resolver suas questões. É fundamental ações como essa para a gente garantir, realmente, a aproximação entre o sistema de justiça dos moradores da favela da Maré", enfatiza a coordenadora da Redes da Maré, Lidiane Malanquini.