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Fotos: Moradores e lojistas do Rio Comprido vivem manhã tensa durante operação no Morro dos Prazeres

Em clima de terror, estabelecimentos fecharam as portas após retaliação por morte de chefe do tráfico

Rio - Comerciantes e moradores do Rio Comprido viveram uma manhã e início de tarde tenso, nesta quarta-feira (18). A região sofreu diversos ataques depois que o chefe do tráfico do Morro dos Prazeres, Claudio Augusto dos Santos, o "Jiló", de 55 anos, foi morto em uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope)
Além de Jiló, outros seis criminosos e um morador também morreram. Leandro Silva Souza foi feito refém por bandidos dentro da própria casa durante a ação. Ele foi atingido na cabeça e não resistiu. A mulher da vítima, também feita refém, precisou ser amparada, mas não sofreu ferimentos.
Após a morte de Jiló, criminosos usaram sete ônibus como barricadas em vias principais do Rio Comprido. Em meio ao clima de tensão, um dos veículos foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, no acesso ao Túnel Rebouças. A via ficou interditada até à 13h50, quando foi parcialmente liberada. Na região, sete coletivos foram usados como barricada, no total.
O comércio da região também foi impactado. Na manhã desta quarta-feira, diversos estabelecimentos não abriram ou fecharam as portas depois da retaliação. 
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