Lukas Pereira confessou as agressões após depoimento contraditórioDivulgação
Logo após as agressões, Maya apresentou quadro grave, sem que o padrasto prestasse imediato socorro, avisando a mãe apenas por meio de mensagem. A criança chegou a ser encaminhada para UPA de Madureira, mas já chegou sem vida à unidade.
No enterro da menina, no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, neste domingo (5), a mãe, Emannuelly da Silva Costa contou que deixou a filha com o companheiro para ir a uma entrevista de emprego no Flamengo, na Zona Sul. Ela afirmou que jamais seria conivente com agressões contra a filha e relatou que chegou a socorrê-la, em desespero, até o hospital.
Emannuelly relatou que chegou a notar algumas manchas estranhas na pele da filha em outras ocasiões, mas que a levou ao hospital para verificar. Ela reforçou que o padrasto, Lukas Pereira do Espírito Santo, nunca se demonstrou agressivo e que cuidava da menina.
"Ela morreu nos meus braços. Eu ainda sentia o coração dela batendo. Eu acho que ele sabia o que estava acontecendo. Em momento nenhum ele demonstrou fraqueza ou tristeza. Ele estava me consolando, como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse feito nada. Eu não sabia de nada e está todo mundo caindo para cima de mim, como se eu tivesse com quem deixar minha filha. Ele não demonstrava nada, me ajudava, fazia tudo: dava colo, colocava para dormir, fazia nebulização. Eu o conheço há quatro anos, mas estamos juntos há um", disse.







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