Fachada do Tribunal de Justiça do Rio de JaneiroÉrica Martin / Arquivo O Dia

Rio - A Justiça converteu, neste fim de semana, a prisão em flagrante para preventiva de seis homens que respondem por diferentes ocorrências registradas na cidade do Rio e em Niterói, Região Metropolitana. Durante as audiências de custódia, o Ministério Público (MPRJ) ressaltou a gravidade concreta dos fatos, a necessidade de garantia da ordem pública e de evitar a repetição dos crimes.

Kevin Pires da Silva e Washington Lopes Dias tiveram a prisão em flagrante convertida para preventiva após uma ação contra integrantes de uma organização criminosa que atua na Zona Norte, na sexta-feira (31). Eles foram presos depois de uma perseguição em via pública que terminou com a morte de uma mulher. Na ocasião, os agentes apreenderam drogas, munições, um caderno de anotações do tráfico e uma motocicleta com registro de roubo.
Na madrugada de quinta-feira (29), Enéas Giovanni Carreira Duarte foi detido com Luis Carlos Fernandes Cardia após policiais militares abordarem dois veículos que trafegavam em conjunto pela Avenida Pastor Martin Luther King Jr, nas proximidades do Complexo do Alemão. No porta-malas e no banco traseiro de um dos automóveis, as equipes encontraram 27 tabletes de maconha, totalizando 20 quilos da droga. Segundo a investigação, Enéas conduzia o segundo veículo e atuaria como "batedor" da carga ilícita.

Outra atuação do MP resultou na prisão preventiva de Vagner da Fonseca Cabral e Wesly Godinho Figueiredo, presos por envolvimento no furto qualificado a um estabelecimento comercial em Niterói, Região Metropolitana. De acordo com o auto de prisão em flagrante, eles furtaram quatro ventiladores na madrugada de quinta-feira (30), após arrombarem uma gráfica localizada na Travessa Alberto Vitor.

Após o furto, a loja foi destruída por um incêndio criminoso. De acordo com a investigação, o fogo pode ter sido provocado em represália ao proprietário, que impediu o furto de um celular em via pública. O prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 300 mil. As investigações apontam ainda que os dois presos agiram em conjunto com, pelo menos, outros três indivíduos.
O DIA tenta localizar as defesas dos suspeitos, mas até o fechamento desta reportagem, não obteve respostas. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.