Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos (Smidh) realiza diversas ações ao enfretamento da violência doméstica e familiar - Divulgação
Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos (Smidh) realiza diversas ações ao enfretamento da violência doméstica e familiarDivulgação
Por O Dia
Volta Redonda - No município de Volta Redonda diversas ações são realizadas no enfretamento da violência doméstica e familiar. São serviços que atendem da prevenção à assistência e atendimento para as mulheres vítimas de alguma violência. No último dia 10 de outubro foi lembrado como o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher.

A cidade conta com um Centro Especializado de Atendimento a Mulher (Ceam), Central de Atendimento, Patrulha Maria da Penha, a Casa Abrigo para mulheres em risco de vida e o projeto de defesa pessoal “Eu me amo, eu me protejo”, que consiste em aulas de luta, adaptadas para a defesa pessoal de mulheres em situações de assédio, abuso e agressão e que acontece no Cemam (Centro Municipal de Artes Marciais). As aulas estão suspensas no momento por conta da pandemia.
Além disso, a cidade conta com uma DEAM (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher). Mesmo durante as medidas de isolamento social, impostas por conta da covid-19, o serviço não foi interrompido e, para manter os atendimentos, o Ceam adotou alguns protocolos, com acolhimento por telefone e,até o mês de setembro, já foram realizados 112 atendimentos.
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Ainda de acordo com as informações da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos (Smidh), também foram disponibilizadas campanhas digitais informando os canais de atendimento à mulher, como o Disque 180 e o telefone do Centro Especializado de Atendimento a Mulher.
A coordenadora do Ceam, Ludmila Aguiar de Assis, contou que foi realizada uma parceria com o aplicativo ‘Women Angels’, que disponibilizou de forma gratuita o acesso ao app para que mulheres em situação de violência se sentissem mais seguras durante o isolamento social.
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“O aplicativo contém botão do pânico, que quando acionado por 3 segundos, indica a localização da usuária para suas “angels”, nome dado a contatos de confiança, que podem tomar as atitudes cabíveis para protegê-la, entre várias outras funcionalidades”, explicou Ludmila.
Atualmente o Ceam está com os atendimentos presenciais, adotando todas as medidas necessárias para prevenir o contágio do coronavírus.