Governo federal defende que a Câmara vote a PEC como uma das medidas de controle de gastos públicos - Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Governo federal defende que a Câmara vote a PEC como uma das medidas de controle de gastos públicosMichel Jesus/Câmara dos Deputados
Por PALOMA SAVEDRA

Em agenda no Rio de Janeiro, na última quarta-feira, o candidato à presidência da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP-AL), se comprometeu a priorizar a votação de reformas, como a tributária e a administrativa, além da PEC Emergencial, que poderá vir com dispositivo de redução de salário e jornada de servidores.

Candidato de Bolsonaro, Lira angariou apoio de parte da bancada fluminense, e do governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, que também recebeu o parlamentar no Palácio Guanabara.

A PEC da reforma administrativa reformula as regras do serviço público brasileiro: extingue a estabilidade de futuros funcionários públicos e dá fim a benefícios, entre eles os adicionais por tempo de serviço (anuênio, triênio e quinquênio), licença-prêmio, entre outros.

A PEC Emergencial é apontada pela equipe econômica do governo federal como ponto essencial para o controle de gastos públicos. A proposta pode prever a diminuição em 25% da jornada de trabalho e nos vencimentos dos funcionários públicos de todo o país, ou seja, da União, estados e municípios, em períodos de crise fiscal.

 

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