
Rio - Confira o que fizeram os principais candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira:
Jair Bolsonaro (PSL)
No dia seguinte em que um incêndio destruiu o Museu Nacional, o candidato do PSL cumpriu agenda no Rio de Janeiro, onde se reuniu com empresários. Bolsonaro criticou a Lei Rouanet e disse que, caso eleito, vai transformar o Ministério da Cultura em uma pasta do Ministério da Educação. O candidato também rebateu as críticas que está recebendo de Alckmin: "O senhor tem que explicar é o roubo da merenda escolar, as denúncias de quatro delatores. Está afundado até o pescoço na Dersa, seu cunhado também é acusado. Tem que responder por você, não fique me atacando com leviandades. Não tente querer crescer (em intenções de voto nas pesquisas) fazendo esse jogo baixo, sujo, que parece característica do seu partido"
Luiz Inácio Lula da Silva/ Fernando Haddad (PT)
Haddad fez a primeira visita ao ex-presidente Lula, em Curitiba, após a rejeição de sua candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após a visita, que durou horas, o candidato a vice na chapa do PT afirmou em entrevista que o partido irá recorrer à ONU e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também criticou o governo federal em relação ao incêndio no Museu Nacional: "É um governo de descalabro, que não tem qualquer compromisso com valor histórico e não tem sequer com a saúde das pessoas."
Marina Silva (Rede)
Marina visitou a zona oeste de São Paulo, em evento promovido pelo Agora!. Lá, comentou a decisão do TSE sobre a candidatura de Lula: "Ninguém que foi condenado em segunda instância pode ser candidato".
Ciro Gomes (PDT)
Participou de uma sabatina promovida pelo SBT, Folha de S.Paulo e UOL, onde disse que pretende reduzir os preços do diesel em seu governo.
Geraldo Alckmin (PSDB)
O candidato do PSDB fez corpo a corpo em bairros da capital paulista e visitou uma unidade do restaurante Bom Prato, destinado à população carente, que vende refeições por R$ 1,00. No instagram, disse que o incêndio no Museu Nacional "agride a identidade nacional e entristece todo o país".
* Com informações do Estadão Conteúdo