Cariocas falam de expectativas para futuro em 2° turno das eleições
Na Zona Eleitoral da Escola Municipal Golda Meir, na Barra da Tijuca, eleitores não encontraram dificuldades e grandes filas
O oficial de náutica, Kennedy Santos, 45, e a sogra, a aposentada Clarice Cerrotti, 73, votaram na Escola Municipal Golda Meier - Rachel Siston/Agência O Dia
O oficial de náutica, Kennedy Santos, 45, e a sogra, a aposentada Clarice Cerrotti, 73, votaram na Escola Municipal Golda Meier Rachel Siston/Agência O Dia
Rio - Cariocas voltaram às urnas neste domingo (30) para escolherem o próximo Presidente da República. Por volta das 12h, na Zona Eleitoral da Escola Municipal Golda Meir, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, os eleitores não encontraram dificuldades ou longas filas para votar.
fotogaleria
No local, os eleitores destacaram a importância do voto e a expectativa para os próximos anos. Para o oficial de náutica, Kennedy Santos, de 45 anos, que votou junto com a sogra, a aposentada Clarice Cerrotti, 73, a população deve ser consciente no momento da escolha.
"Hoje foi muito tranquilo, pelo menos na minha seção tinha pouca gente. A expectativa é de que o povo escolha o que ele quer de melhor para o Brasil, que a gente possa escolher o candidato que vai trazer um futuro melhor para a gente, para os meus filhos, para os meus netos. A nossa expectativa é que o povo tenha mais consciência e vote naquilo que ele pensa de futuro para o Brasil e para ele. Votando assim, eu acho que a gente está no bom caminho", declarou Kennedy.
A engenheira Mariana Novaes, 45, também votou na escola municipal no final da manhã de domingo. Ao lado do filho, Paulo Victor, de 6 anos, ela ressaltou a importância de respeitar as divergências políticas como forma de garantir a democracia.
"Votar é de suma importância. É um direito e acho que um dever, também, que a gente tem de fazer alguma coisa para mudar. No dia de hoje, a gente não vai votar por alguém, a gente votar por todo mundo, para ter um futuro para o meu filho e para todas as pessoas. A gente tem que respeitar as divergências, democracia é isso, é para isso que a gente luta, para ter o direito de ter o voto", disse a engenheira.
Mesmo sem a obrigatoriedade de votar, por conta da idade, a empresária Telma Ajuz, 74, afirmou que não abriu mão de ir às urnas, já que entende o voto como um ato de cidadania.
"A importância do voto é muito grande, nós temos que exercer nosso direito de cidadania e escolhermos quem acharmos melhor para o nosso país. Eu estou aqui, não precisava vir mais, estou vendo gente muito mais idosa do que eu vindo exercer o seu direito de cidadão. Queremos um país melhor para os nossos netos, estamos pensando nos nossos netos", disse a empresária.
A engenheira mecânica Sophia, de 25 anos, também votou na escola municipal no início da tarde de hoje, ao lado do pai, o também engenheiro Sérgio Carneiro, 62, e da irmã mais nova, Eduarda Asenjo, 21. A jovem disse esperar que o próximo governo foque em mais políticas públicas para a população mais vulnerável.
"Votar é muito importante. Eu tenho a esperança de que as coisas vão mudar, no sentido de que sejam feitas mais políticas públicas de favorecimento da população mais pobre, que a atenção do Governo seja para as pessoas que precisam de políticas públicas".
Neste domingo, os eleitores que moram no Rio de Janeiro precisam ir às urnas apenas para escolher o próximo Presidente da República, já que o atual governador do estado, Cláudio Castro (PL), foi reeleito no 1° turno.