Jeff Bezos, fundador da Amazon, é um dos investidores do consórcio que comprou 30% do LiverpoolDivulgação
O negócio avaliou o clube 20 vezes campeão inglês em 5,5 bilhões de libras (R$ 38,9 bilhões, na cotação atual). Por 30% das participações, o grupo pagou 1,65 bilhão de libras (R$ 11,6 bilhões).
Além de Amit Bhatia, o consórcio é formado pela Mittal Family Trusts; pelo K5 Sports, fundo da gestora K5 Global e que tem Jeff Bezos como principal investidor, e pela EE Capital, o escritório familiar de Elaine e Eduardo Saverin, brasileiro cofundador do Facebook.
Desde então, o time venceu duas Premier Leagues (2019/20 e 2024/25) e a Champions League de 2018/19. O FSG também é dono do Boston Red Sox, da liga americana de beisebol (MLB).
O fechamento da transação ainda está sujeito às aprovações regulatórias e outras condições habituais, mas tende a ser encaminhado. Isso envolve um teste de idoneidade para proprietários e diretores da Premier League e pode levar até 90 dias.
Segundo o The Times, Bhatia estaria em posição de liderança para adquirir uma participação maior caso a FSG deseje vender mais ações do clube no futuro.
Não é o primeiro negócio de Bhatia no futebol. O empresário britânico de origem indiana era um dos acionistas do Queens Park Rangers, da segunda divisão inglesa, até mês passado, após ter ingressado no clube em 2007.
LIVERPOOL BUSCOU INVESTIMENTO POR CRISE? LONGE DISSO
"O Liverpool sempre foi construído pensando além de uma temporada e tomando decisões com os interesses de longo prazo do clube em mente", disse o presidente da FSG, Mike Gordon.
Aumentar o faturamento, porém, permite que o clube possa gastar ainda mais. A Premier League impõe regras sobre o custo de elenco, como a limitação dos gastos a 85% das receitas, o chamado fair-play financeiro. Já a Uefa coloca um teto de 70%.
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