Filipe Luís segue invicto no comando do MonacoValery Hache / AFP
Jornal espanhol exalta Filipe Luís em começo de trabalho: 'Invencível'
Monaco lidera o Campeonato Francês de forma isolada depois de cinco rodadas, com 13 pontos, com quatro vitórias e um empate
O começo de trabalho de Filipe Luís no Monaco tem assombrado a imprensa europeia. O jornal espanhol "Marca" destacou a liderança da equipe no Campeonato Francês e também seu rendimento. O brasileiro foi chamado de "invencível" pela publicação.
O Monaco lidera o Campeonato Francês de forma isolada depois de cinco rodadas, com 13 pontos. São quatro vitórias e um empate. O PSG, favorito ao título, está em sexto, com oito pontos e foi uma das vítimas do time de Filipe Luís, que venceu por 2 a 1 o duelo.
"Não podemos nos comparar a eles. O PSG ganhou as duas últimas Ligas dos Campeões. Eles não são apenas o melhor time da França nas últimas duas temporadas, mas o melhor do mundo", disse o ex-técnico do Flamengo em entrevista à RCM.
O técnico afirmou que tem o desejo de continuar crescendo na nossa função e que não deseja que seu passado vitorioso como lateral-esquerdo norteie sua imagem.
“Para aspirar a continuar no cargo, é preciso vencer o próximo jogo. Esse é o meu princípio. Depois do Flamengo, quero escrever minha própria história, continuar vencendo. Não para provar nada a ninguém, mas para evoluir como treinador, como pessoa. Sou extremamente ambicioso. Não quero viver no passado. Quero mais, ver até onde meu nível vai me levar", contou em entrevista à AFP.
A escolha de ser técnico foi algo muito natural para Filipe Luís. O ex-lateral-esquerdo praticamente não teve tempo entre a aposentadoria como atleta e a nova função.
"Como jogador, o dia mais feliz foi minha última partida no Maracanã, com o clube do meu coração, o Flamengo, após uma carreira de sucesso que superou minhas próprias expectativas. O pós-jogo foi um momento de plenitude, com meus amigos em casa. Mas, felizmente, um mês depois eu já estava treinando a equipe sub-17 do clube. Porque eu sempre havia vivido para o jogo, onde você se expõe totalmente, coloca a vida em jogo. Sem isso, fica um vazio. Continuar vivendo minha paixão foi a minha salvação. Diversifiquei, por exemplo, minhas atividades com empresas imobiliárias. Mas não gosto de nada disso. Gosto de futebol. Esse início com os jovens do Flamengo foi um laboratório para me descobrir como treinador", disse.

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