Raphael Claus apitou duas partidas da Copa do Mundo de 2026Reprodução de Instagram
Raphael Claus se pronuncia pela primeira vez desde ataque de Trump
Árbitro brasileiro virou alvo de polêmica ao expulsar destaque da seleção dos Estados Unidos
Raphael Claus encerrou sua participação na Copa do Mundo e ficou marcado por ter sofrido um ataque direto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Chamado de "suspeito", o árbitro brasileiro preferiu celebrar a segunda experiência no torneio e ignorar a polêmica na qual se viu envolvido pelo cartão vermelho dado a Balogun que posteriormente a Fifa anulou a suspensão.
"Sou muito grato a Deus por me permitir viver, mais uma vez, esse sonho. Minha gratidão às instituições que tenho a honra de representar pela confiança e pelo apoio. À minha família, que é meu alicerce, minha força e meu porto seguro", escreveu Claus no Instagram.
"Obrigado a todos que dedicaram um tempo para me enviar uma mensagem tanto nos momentos de alegria quanto nos desafios. Meu muito obrigado".
A polêmica declaração de Trump sobre Claus
O árbitro brasileiro apitou duas partidas nesta Copa do Mundo de 2026. A primeira foi Espanha 4x0 Arábia Saudita, pela fase de grupos, e o segundo, Estados Unidos 2x0 Bósnia, pela segunda fase.
Ao expulsar o destaque da seleção estadunidense, Claus virou alvo do governo americano, que produziu um relatório com informações falsas sobre a CPI da manipulação de resultados. Foi com base nele que Trump o criticou publicamente, após confirmar que telefonou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a anulação da suspensão de Balogun, que pôde jogar as oitavas de final, contra a Bélgica.
"Eu vi o lance, e sou uma pessoa que ama esportes... Aquilo não foi uma falta. Nem mesmo uma infração. Esse árbitro é um pouco suspeito se você checar o passado dele. Ele fez uma marcação que ninguém pôde acreditar... Nosso melhor jogador, ou um de nossos melhores, e ele deu um cartão vermelho. Eu nem sabia o que isso significava", disse à imprensa.
Após as declarações, a Fifa e a CBF saíram em defesa de Claus.

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