Urubu 'Chico' pousou no braço de Gabigol para fotos do MEIA HORA - Ricardo Cassiano/Agencia O Dia
Urubu 'Chico' pousou no braço de Gabigol para fotos do MEIA HORARicardo Cassiano/Agencia O Dia
Por Yuri Eiras
Rio - O urubu Chico costuma voar pela Urca atrás de comida todas as manhãs, driblando os moradores que o associam ao azar e querem espantá-lo. Enquanto buscava um tira-gosto, a ave mascote do Flamengo parece ter percebido a presença de um rubro-negro na mureta: pousou no braço de Jeferson Sales, o Gabigol da Torcida. O encontro foi planejado pelo O DIA. Ali, está todo mundo voando alto: o bicho está cada vez mais famoso no bairro, assim como o sósia do camisa 9, volta e meia parado por alguém que o confunde com o verdadeiro Gabigol.
"Fui comer num restaurante em Salvador, e o gerente me chamou no canto. Pediu para que eu voltasse no dia seguinte e não deixou eu pagar a conta. Agradeci", relembra, às gargalhadas, o sósia mais famoso do Brasil atualmente. Jeferson Sales começou a frequentar o Maracanã 'fantasiado' de Gabigol no início do ano - "desde o ano passado, quando ele estava no Santos, meus amigos falam que eu pareço com ele". Quanto mais o atacante caía nas graças da torcida, mais o rubro-negro ficava famoso na onda do artilheiro. 
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Quando Gabigol pinta o cabelo, Jeferson também pinta. Quando aparece um risco na sobrancelha, o sósia faz outro igual. De licença pelo INSS por conta de uma fissura na mão, Jeferson tem até viajado para onde o craque do Flamengo vai. Já esteve em Salvador, Porto Alegre e Brasília. "Contra o Avaí (no Mané Garrincha), vi o jogo do lado do governador do Distrito Federal (Ibaneis Rocha). Nunca eu ia pensar numa coisa dessas. Estou fazendo amizades com quem jamais imaginei", conta o torcedor rubro-negro, que não curte tanto o apelido 'Gabigordo'. 
Só falta mesmo ser parceiro do próprio Gabigol. Jeferson o procura há quatro meses em jogos e outros eventos do Flamengo. O próprio canal do clube tenta realizar o encontro, mas ainda não teve sucesso. O único registro é uma foto tirada num hotel em Brasília. "O César (goleiro) estava na frente dele e comentou com ele: 'olha o seu irmão ali'. Fiquei o cercando e consegui tirar a foto, mas estava nervoso e nem saiu nada. Só falei que eu era muito fã dele. Ele agradeceu", conta. "Não sei se ele não gosta da imitação. Nas outras vezes, ele olhou pra mim e seguiu em frente. De qualquer forma, minha certeza é que mesmo se ele sair do Flamengo, vou continuar indo de Gabigol".