Falta grana, sobra raça

Tricolor tenta driblar crise financeira e se concentrar no clássico

Por O Dia

O Fluminense escolhe o seu novo presidente amanhã, nas Laranjeiras, e faz o clássico diante do Flamengo, domingo, no Maracanã. Se dentro de campo a equipe tem mostrado competitividade, apesar da eliminação na Copa do Brasil, fora das quatro linhas a situação é delicada. A diretoria deve salários a jogadores e funcionários. A semana foi atribulada, mas pode terminar bem em caso de vitória no Fla-Flu.

E, de certa forma, o torcedor pode dizer que saiu de cabeça erguida da Copa do Brasil, após a eliminação para o Cruzeiro nos pênaltis (empate em 2 a 2 no tempo normal e, depois, derrota de 3 a 1). O lateral-direito Gilberto reforçou que no Time de Guerreiros ninguém faz corpo mole, mesmo com o atraso nos pagamentos.

"A gente está com mais de três meses de salários atrasados e não deixou de lutar, de treinar. A gente chega cedo, ninguém chega atrasado. Continuamos trabalhando da mesma forma", desabafou o camisa 2, lembrando ainda dos funcionários que passam por mais dificuldades que os jogadores.

"Nós não temos informação de política, mas ficamos na expectativa. Temos que ajudar funcionários e os próprios jogadores mais jovens, que ainda não têm aquela reserva. Mas o grupo tem uma cabeça muito boa", disse Gilberto.

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