
"Essa é a maior derrota da minha vida profissionalmente, que mais me dói. Porque é um título muito expressivo. Principalmente pelo fato do Fluminense ser favorito. A gente perder aquela final foi um absurdo. Acho que o Abel meio que subestimou o primeiro jogo em Jundiaí. Foi querer botar um time muito jovem, e a gente acabou sendo surpreendido", disse, antes de completar:
"Acho que foi a que eu mais chorei na minha vida, que eu mais demorei para digerir ao longo da minha carreira. A gente imaginava que aquele título ia dar um alívio muito grande, até para disputar o Brasileiro. E o time estava muito bom, o ambiente muito saudável, a Unimed na época ajudava, jogadores experientes... Falei: “Meu Deus, não tem como perder esse título”.", encerrou.






