Festa da torcida do Vasco nas arquibancadas do MaracanãMatheus Lima / Vasco
“É uma diferença grande, a bola vai muito rápido nesse gramado (sintético). Preferimos jogar em um campo natural, mas isso vai se decidir. O presidente está cuidando disso. Tomara que joguemos no Maracanã ou em São Januário, que são campos nos quais nos sentimos melhores”, disse Sosa, depois do triunfo sobre o Glorioso.
“Vamos nos sentir visitantes de certa forma (no Nilton Santos). Mas, se for aqui, daremos o nosso melhor. Temos nossa equipe e nossa gente que vai nos acompanhar”, complementou.
Saldivia foi outro que não fez questão alguma de esconder a preferência: “Gostaria de jogar no Maracanã. O gramado é muito bom, já conhecemos. Acho o Maracanã muito melhor para nós. No sintético, o futebol muda muito rápido”.
Autor do primeiro gol sobre o Alvinegro, Lescano endossou o discurso dos companheiros. “É um pouco difícil de jogar (no sintético). Não estamos acostumados. Seria melhor jogar em São Januário, mas sabemos que é complicado. É tentar nos adaptar onde quer que joguemos”, afirmou.
O que pensa Pedro Emanuel
“Acho que o Maracanã, por ter a grandiosidade que tem, e São Januário, por ser nossa casa, se encaixam perfeitamente. E acho que isso é muito mais que uma disputa judicial. Tem a ver com o que é a grandeza do futebol, e as entidades competentes podem resolver isso facilmente”, avaliou.
Imbróglio pelo mando de campo
Enquanto isso, São Januário segue como opção, uma vez que o clube tenta ampliar a lotação para receber a partida – a Conmebol não permite capacidade menor do que 30 mil pessoas nesta etapa da Copa Sul-Americana. No entanto, ainda falta o aval do Bepe, que deseja que o embate aconteça no Maracanã. O prazo para a definição termina no sábado (10).

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