
O local, em terríveis condições de higiene, vendia o produto para distribuidores e varejistas na capital e na Região dos Lagos. Origem da carne, segundo Delegacia do Consumidor, é desconhecida.
A polícia já iniciou as investigações e segue a procura de quem comprou a mercadoria do "estabelecimento", o dona da Fábrica clandestina foi identificado como Carlos José e responderá por estelionato e venda de produtos impróprios para consumo, com pena de 2 a 5 anos de prisão.
A fábrica não possuía nenhuma documentação para funcionamento, além de péssimas condições de higiene.
As carnes estavam expostas em tonéis imundos, misturadas com produtos químicos e em embalagens com uma identificação “Charque Lagos”.
O próprio dono colocava as datas de validade e fabricação a seu critério, sem controle e com selo falso da Secretaria de Agricultura Municipal.