Bico da Coruja, em Macaé.  - Foto: Raphael Bózeo.
Bico da Coruja, em Macaé. Foto: Raphael Bózeo.
Por Bertha Muniz

MACAÉ - O famoso Bico da Coruja, pequeno botequim de Macaé e muito conhecido por conta das rodas de samba e choro às quartas-feiras, teve sua história contada em filme chamado "O Estreito Botequim, um documentário sobre o Bico da Coruja, com duração de 18 minutos.

A produção, que tem histórias, relatos e muita música, foi feita pelo jornalista e fotógrafo Raphael Bózeo, que foi incentivado pelo edital do programa Cultura Presente Nas Redes, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
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“O filme foi feito para retratar a história do Bico da Coruja e da importância desse registro histórico deste lugar tão importante para a cultura da cidade de Macaé e da região. Além do botequim, uma roda de choro que acontece há quase 38 anos e um espaço de encontros extraordinário. Queria contar essa história pela ótica do seu dono, do Wallace”, explicou.

O documentário está disponível no instagram @raphaelbozeo ou através do link https://www.instagram.com/tv/CFYOp_6jeMe/?igshid=92p2u0z3ova3].
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“Lapa” macaense

Localizado próximo à praia do Forte e ao Mercado de Peixes, o Bico da Coruja é apontado como um pedacinho da Lapa na Capital do Petróleo. Ao longo de quase 38 anos, um enorme grupo de amigos se reúne para tocar e curtir roda de samba e choro no espaço localizado na Rua Benedicto Lacerda, 134, batizado em homenagem ao grande chorão macaense Benedicto Lacerda, reconhecido internacionalmente como um dos ícones do chorinho e grande parceiro de Pixinguinha.

Há quase quatro décadas, ali se reúne a nata do choro macaense. Começou de forma despretensiosa, onde os amigos se reuniam e faziam rodas para tocar cavaquinho, pandeiro, violão e bandolim, mas a "brincadeira" dos chorões ficou séria e formaram um grupo homônimo ao bar.