Por thiago.antunes

Rio - Prefeitos e outros petistas se articulam para impedir que o partido deixe o governo Sérgio Cabral no dia 30 — a decisão deverá ser tomada em reunião do Diretório Estadual. “Isso é precipitado”, diz Professor Tarciso, prefeito de Paracambi. O rompimento é para mostrar apoio à candidatura de Lindbergh Farias ao governo.

Defensor de uma aliança do PT em torno de Pezão (PMDB), Tarciso diz que outros prefeitos pensam como ele: o de Niterói, Rodrigo Neves, já declarou que também é favorável à eleição, ao Palácio Guanabara, do atual atual vice-governador.

Conflitos

Apesar de dizer que o governo não persegue ninguém, Tarciso admite temer represálias em caso de rompimento: “Isso gera conflitos. O Pezão virá inaugurar a Delegacia Legal. Não poderei ir? Tem obras do programa Bairro Novo, asfaltamento...”.

Para fevereiro

Outros petistas falam em adiar a reunião do Diretório Estadual. Defendem que seja realizada em fevereiro, depois da posse do novo presidente do PT-RJ, Washington Quaquá, prefeito de Maricá. Ele, porém, defende o rompimento.

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