Rio, 29/10/2019, Entrevista com o prefeito de Nova Iguacu Rogerio Lisboa, foto de Gilvan de Souza / Agencia O Dia - Gilvan de Souza
Rio, 29/10/2019, Entrevista com o prefeito de Nova Iguacu Rogerio Lisboa, foto de Gilvan de Souza / Agencia O DiaGilvan de Souza
Por O Dia
Publicado 13/10/2020 15:08 | Atualizado há 3 dias
Atual prefeito de Nova Iguaçu e que tenta a reeleição, Rogério Lisboa (PP) teve o pedido de registro de sua coligação " Fé, Trabalho e Humildade" (PV, PSL, PMB, PP, DEM, Avante, PDT, MDB, PL, Cidadania, Patriota e Pros) negado pelo juiz da 156ª Zona Eleitoral Alberto Republicano de Macedo Junior. A candidatura, que precisará regularizar a documentação, vai entrar com recurso.
A decisão de indeferimento da coligação pedida pelo Ministério Público Eleitoral foi acatada em função de uma irregularidade do DRAP (Demonstrativo de Regularidades de Atos Partidários). Na sentença, o juiz pediu a retirada do PMD do documento, já que o partido não faz mais parte da coligação da candidatura de Rogério Lisboa, mas seguia incluído. Além disso, houve outros erros na entrega de informações de partidos da coligação.
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Com a decisão, a campanha de Rogério Lisboa pode ter que devolver tempo de televisão, proporcional ao número correto de tempo dos partidos coligados. Em nota enviada pela assessoria, Rogério Lisboa minimizou o ocorrido.
"A decisão refere-se à coligação partidária constituída para a disputa eleitoral e não a qualquer candidato. A coligação vai entrar com recurso. Enquanto não ocorrer o julgamento do recurso, a situação continuará a mesma", diz a nota.
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Na campanha em que foi eleito prefeito de Nova Iguaçu, em 2016, Rogério passou por situação semelhante, com a candidatura indeferida pela justiça por erro no envio da documentação, mas conseguiu recorrer.