Dois PMs mortos e um baleado em menos de 12 horas

Um policial reagiu a um assalto e o outro estava em uma operação em Duque de Caxias, mesma cidade onde um militar ficou ferido

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Em menos de 12 horas, dois policiais militares foram mortos e um ficou ferido. O soldado Leonardo Silveira da Silva reagiu a ação de criminosos e foi baleado enquanto estava em uma pizzaria em Marechal Hermes, na noite de domingo. Na ação, um funcionário do estabelecimento ficou ferido.

O soldado Silveira chegou a ser socorrido ao Hospital Estadual Carlos Chagas, no mesmo bairro, mas não resistiu aos ferimentos. O PM estava na corporação desde 2012, e era lotado no 2º BPM (Botafogo). Ele era casado e tinha um enteado.

Na madrugada de ontem, outro policial militar foi morto a tiros em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O cabo Alexsandro Ribeiro de Lima, de 29 anos, lotado no 15º BPM, do município, estava de serviço com uma equipe na comunidade do Badu, em Jardim Primavera, quando foi surpreendido por um ataque de criminosos, que chegaram atirando. Ele foi socorrido ao Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas morreu. Ribeiro estava na PM desde 2011 e tinha dois filhos. Seu corpo será enterrado na tarde de hoje, no Cemitério Jardim da Saudade, na Sulacap.

Ainda em Duque de Caxias, na comunidade da Mangueirinha, no Jardim Primavera, um PM foi baleado em confronto com criminosos na madrugada de ontem. O soldado foi atingido no ombro e no tórax. Ele foi levado ao Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, onde recebeu drenagem do tórax e fez tomografia. Mais tarde, o policial foi transferido para o hospital Caxias D'Or.

De acordo com a Polícia Militar, 69 policiais militares foram mortos em ações violentas no estado, neste ano, sendo que 20 estavam de serviço, 40 de folga e nove eram reformados.

 

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Criado para substituir o antigo aterro controlado de Gramacho, o Centro de Tratamento de Resíduos - CTR Rio - iniciou suas operações em abril de 2011. Em um terreno com mais de 2 milhões de m2, o projeto ambiental foi planejado e executado para garantir que o solo e o ar não fossem contaminados. A implantação possui tecnologia de ponta, sendo um dos centros de tratamento mais avançados de toda a América Latina. Diariamente, o CTR Rio recebe cerca de 10 mil toneladas de resíduos coletados em Seropédica, Itaguaí e Rio de Janeiro. Garantindo a proteção do meio ambiente local, o solo do aterro recebeu tripla impermeabilização de base reforçada, utilizando argila e dupla camada de mantas de polietileno de alta densidade e utilização de sensores eletrônicos que podem detectar qualquer tipo de anomalia no sistema de impermeabilização. Desta forma, evita-se que o chorume gerado pela decomposição dos resíduos entre em contato com o solo. O líquido de cor escura e tóxico é captado e enviado para tratamento na Estação de Tratamento de Chorume dentro do CTR Rio. REPRODUÇÃO

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