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Um milhão e meio de pessoas tomaram as ruas na terça-feira de Carnaval

Pedidos de fim da corrupção e do preconceito marcaram desfiles de blocos

Por O Dia

No Aterro do Flamengo, integrantes da Orquestra Voadora pediram, em suas fantasias, o fim da corrupção que assola o país
No Aterro do Flamengo, integrantes da Orquestra Voadora pediram, em suas fantasias, o fim da corrupção que assola o país -

Rio - Quase um milhão e meio de foliões tomaram as ruas da cidade, nesta terça-feira, para aproveitar a reta final do Carnaval. No compasso de 72 blocos, não faltaram críticas sociais e políticas. Algumas em inscrições no próprio corpo e outras estampadas em variados acessórios.

FOTOGALERIA: Orquestra Voadora e Banda de Ipanema arrastam multidões

Pela manhã, o Carmelitas reuniu milhares de pessoas cantando marchinhas, enquanto subiam e desciam as ladeiras de Santa Teresa. No Aterro, a Orquestra Voadora homenageou a ex-vereadora Marielle Franco, assassinada ano passado. Um grande banner com a foto da parlamentar teve destaque no desfile. Também na Zona Sul, a Banda de Ipanema reuniu diversas famílias.

 

O Centro do Rio, por sua vez, teve blocos durante toda a tarde. Na Praça Tiradentes, o Enxota que eu vou pegou firme ao criticar o recrudescimento do preconceito e a corrupção. Na fantasia de algumas ritmistas, uma alusão ao ex-assessor de Flávio Bolsonaro, o motorista Fabrício Queiróz, apontado como laranja do senador — a fruta foi estampada em várias delas.

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No Aterro do Flamengo, integrantes da Orquestra Voadora pediram, em suas fantasias, o fim da corrupção que assola o país Márcio Mercante/Agência O Dia
A irreverência marcou presença em Ipanema Marcio Mercante / Agencia O Dia
Adesivos no corpo também serviram para dar recados fotos de Márcio Mercante/Agência O Dia

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