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Vazamentos de conteúdos de celulares estão no meio das maiores polêmicas atuais do país.

Por Rachel Siston

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Rio - Os celulares se tornaram protagonistas em casos polêmicos envolvendo personalidades do país. Teve conversa de juiz em aplicativo de mensagens vazada. Celular desaparecido com possíveis provas contra jogador. Aparelho que talvez esclareça crime possivelmente atirado ao mar. E até humorista de TV dando dicas a procuradores de Justiça sobre como passar informações para a imprensa. E como tudo o que acontece no Brasil, situações que acabaram virando memes na internet.

Talvez o que melhor resuma a maioria dessas histórias seja a imagem publicada na página do Facebook "Capinaremos", questionando quem vai ser o primeiro a entregar o celular à polícia: a modelo Najila Trindade, que acusa Neymar de estupro; o ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, que dividiu com o procurador da República, chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, ideias sobre a operação; ou a deputada federal Flordelis (PSD-RJ), que não conseguiu localizar o celular do marido, o pastor Anderson do Carmo, assassinado em casa, na madrugada de 16 de junho.

Nos comentários da publicação, os usuários da rede social são bastante criativos também. "Netflix podia fazer uma série sobre isso"; "Se tua esposa pedir, tu entrega?"; "Uma equação e três incógnitas"; "Façam suas apostas", comentaram.

Lei Carolina Dieckmann

Em 2012, foi sancionada a lei que tipificou crimes como invasão a celular e uso indevido de conteúdo online de terceiros. Ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann após a atriz denunciar hackers que divulgaram suas fotos íntimas, ao invadir o celular via mensagem de spam no e-mail.

Aplicativos de mensagens procuram driblar os mal-intencionados, deletando os posts depois de um período, como o Snapchat. O WhatsApp permite apagar mensagens, mas só no máximo até 7 minutos de enviada. Infelizmente, porém, não há como fugir de quem 'dá um print' na tela com o conteúdo exibido. Esse tipo de atitude, a propósito, gera muita briga em grupos de aplicativos.

 

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