Portal divulga cartaz pedindo informações sobre ex-policial envolvido com milícia de Orlando Curicica

Conhecido como Playboy, procurado é considerado um dos principais integrantes da milícia que atua em Itaboraí

Por O Dia

Ex-PM Alexandre Louback Geminiani, conhecido como Playboy
Ex-PM Alexandre Louback Geminiani, conhecido como Playboy -
Rio - O Portal dos Procurados divulgou, neste sábado, um cartaz pedindo informações que possam levar a prisão do ex-PM Alexandre Louback Geminiani, conhecido como Playboy. Ele é considerado um dos principais integrantes da milícia que atua em Itaboraí e um dos alvos da Operação Salvator, desencadeada na quinta, contra um grupo ligado ao também ex-PM Orlando Curicica. 
Nesta quinta-feira, com medo de ser preso pelos agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI), Playboy aproveitou o momento que os policiais estavam no interfone, prontos para entrar no prédio, e pulou do 4º andar. Apesar da altura, o ex-PM não se machucou e conseguiu fugir a pé. A namorada do ex-PM, que estava no local,foi levada para a especializada para prestar esclarecimentos. No apartamento em que o casal estava foram encontradas diversas armas — entre elas uma pistola calibre 9mm, além de munições e dinheiro.

Segundo a Polícia, a milícia atua no município de Itaboraí há, pelo menos, um ano e meio. Antes, o tráfico dominava a região. Após a chegada dos milicianos, traficantes começaram a aparecer mortos, com corpos deixados pelas ruas da cidade, uma forma de intimidar a população. Isso despertou a atenção da polícia e fez com que a quadrilha passasse a ocultar os cadáveres. A partir de então, a quadrilha comandada por Orlando também se tornou responsável, além de homicídios, pelo desaparecimento de pessoas na cidade.

Quem tiver qualquer informação a respeito do localização foragido da Justiça, favor denunciar pelos seguintes canais: pelo Mesa de Atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo Whatsapp ou Telegram Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/, , ou pelo Aplicativo para celular – Disque Denúncia – . O Anonimato é garantido.

Todas as denúncias sigilosas sobre o caso serão encaminhadas para DHNSGI encarregada da Operação Salvator.

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